quarta-feira, 4 de junho de 2014

VITÓRIA

VITÓRIA.
Sim,  em uma das minhas viagens pelo interior , fomos visitar um lugar distante , um ponto turístico ,  lugar de mata fechada com varias nascentes e uma queda de água muito linda , próximo a este lugar havia uma casinha de pau a pique onde vivia uma família. Ficamos admirados e curiosos , como alguém podia viver num lugar tão afastado , pensamos que talvez tivessem carro para que pudessem ir a cidade fazer compras ou ir a um medico ou quem sabe suprir suas necessidades básicas . A curiosidade  fez com que fossemos ate La , conhecer um pouco daquela família , ao nos aproximarmos o cachorrinho magricelo e mau cuidado começou a latir freneticamente  anunciando nossa chegada , fomos atendidos por uma senhora de lenço na cabeça, uma roupa simples ,um aspecto sofrido como já era de se esperar em vista do cenário que se apresentava , timidamente nos deu bom dia , as suas costas duas meninas agarradas na saia da mãe,olhos arregalados feito duas enormes jabuticabas .
Me apresentei, bom dia senhora meu nome é Matilde e este é meu esposo Rodrigo. Estamos de passagem vimos sua casa tão afastada da cidade e resolvemos lhe fazer uma visita . Me chamo Aparecida a sora me descurpa nun te nem um cafezinho pra oferece, qué entra, senta vo chama meu marido . Foi até a porta e com um grito agudo e desafinado chamou , Zé vem Ca temo visita. As meninas olhavam admiradas , uma mais nova com aproximadamente com uns oito anos e a mais velha aparentava quatorze a quinze anos . Enquanto se Jose não chegava perguntei  o nome das meninas  a mais velha chamava-se Antonia (Toninha) e a mais nova Maria . Perguntei : dona Cida, desculpe a curiosidade, mas não é ruim viver tão longe da cidade.É muito se pelo menos nois tivesse uma carroça pra leva a gente seria meió . E como a senhora faz para comprar mantimentos e outras coisas. Oi moça nois num compra nada , num temo dinhero pra nada. E como vocês vivem . Nois como o que prantamo e as veis o Zé caça um bicho então nois come carne .
Fiquei chocada, achava que era impossível nos dias de hoje alguém viver de maneira tão rude, vendo o meu silencio Rodrigo se interpôs e perguntou para  Toninha : Voce estuda, ela respondeu não sinhô aqui num tem escola pra nois i . Agora quem se calou foi o Rodrigo , o silencio tomou conta do ambiente ainda bem que chegou o senhor José . bom dia, é bão vê gente por aqui, bom dia Sr José , pode me chama de Zé memo , é assim que me conhecem . Me chamo Rodrigo muito prazer em lhe conhecer , me permita uma pergunta  Zé , porque vocês vivem tão afastados da cidade ? oi moço, fui criado na roça num gósto dessas coisas de cidade.Mais suas filha não estudam e o tempo esta passando ,como vai ser daqui alguns anos quando forem adultas ? vai se como é.  Essa resposta foi  um ponto final na minha capacidade de compreensão . Chamei a Matilde e disse : bom esta na hora de irmos ,foi um prazer conhece-los, Matilde estava atônita ,totalmente perdida em seus pensamentos , se despediu das meninas da dona Cida e seu José, seguimos em silencio total até o carro  e assim permanecemos até chegarmos no hotel. Descemos para o almoço e quando olhei pra mesa farta não tive coragem de comer, olhei  pra Matilde  e notei que ela nem havia tocado na comida, trocamos olhares que expressavam profundo sentimento de culpa , como podíamos desfrutar de mesa tão farta sabendo que em outras mesas  mal havia o que comer, sim estava pensando naquela família, o olhar daquelas meninas não saia de minha mente. Matilde , não posso comer  quero ir embora pra casa estou me sentindo o lixo da humanidade. Matilde concordou  pedi a conta e encerramos nossa viagem.
O tempo foi passando,  mas aquela experiência nunca se apagou, Matilde sempre comentava : Como estará aquela família ,e aquelas meninas sem estudo , sem perspectiva de vida. Rodrigo, me sinto tão mal por ter deparado com tal situação e não ter feito nada pra ajudar , já se passou  um ano e isso não saiu da minha cabeça, quero voltar lá , vamos fazer uma bela compra e levar pra eles , não podemos ficar inertes ao deparar com o sofrimento dos outros. Ok meu amor , providencie tudo , amanhã acordamos cedo e vamos ate lá . Assim fiz, no dia seguinte partimos  rumo àquele lugar.
Ao chegar deparamos com a mesma cena, parecia que nada havia mudado o cachorro anunciou nossa chegada , a dona Cida veio nos receber , mas algo estava diferente , onde esta a Toninha? Perguntei à dona Cida . Ela partiu, ah foi pra cidade? Não  morreu . tonteei quase fui ao chão , Rodrigo não se conteve e logo perguntou-lhe: como , o que aconteceu ? oi moço é uma história compricada . - Pois conte . - A Toninha tinha tomado corpo e o safado do pai dela vivia de graça com ela  ai um dia escuitei  uma gritaria no mato , o Zé pegou a Toninha na marra e machucou a menina , nois brigamo muito e ele foi imbora. Rodrigo estava indignado esbravejava, safado sem vergonha esse homem tem que ser preso , vamos por a policia atrás dele,- Para Rodrigo quero saber da Toninha , conte dona Cida. Pois é a Toninha embuxo , eu aqui suzinha esperei a criança nasce , mais arguma coisa num deu certo despois de uns treis dia ela tava com muita febre e nem falava coisa cum coisa nem comida ela queria , ai deu no que deu . - sim mas, e a criança também morreu?, - não senhora , ela ta lá no quarto drumindo .
 Nem perguntei se podia ver a criança , corri pra lá e vi uma menininha deitada no chão enrolada  em uns panos velhos e sujos o cheiro daquele quarto  era horrível , quando desenrolei a criança quase vomitei  a pobrezinha estava suja  com o corpo cheio de feridas de assaduras  que não haviam tido o menor cuidado,  gritei : Rodrigo rápido venha cá , entrei correndo no quarto , essa cena fez uma marca em meu cérebro que nunca mais se apagaria , então  disse à Matilde : precisamos levar essa criança ao medico imediatamente , chamei  dona Cida para ir conosco pois não poderia carregar a criança sem autorização de uma pessoa responsável  .
Assim que chegamos ao hospital demos entrada no pronto socorro pediátrico , graças a Deus encontramos um medico experiente e dedicado  que nos deu toda atenção , carregou a menina para enfermaria ,chamou uma enfermeira , mandou que desse um banho na criança e logo em seguida a examinou .
Passados alguns minutos nos chamou para dar relato de suas conclusões : Esta criança nasceu prematura , esta muito debilitada , em um quadro grave de subnutrição vamos levá-la a UTI , porém não alimentem muitas esperanças , agora não depende mais de nós .
Matilde voltou à recepção para fazer a ficha de entrada no hospital, carregou a dona Cida para dar as informações para a internação de criança, e mais uma surpresa . A criança não havia sido registrada e não tinha nome , pedimos então os documentos da mãe da nenê , pior esta também não tinha documentos  por sorte a avó tinha RG.
Eu fiquei no hospital enquanto Rodrigo levou a dona Cida pra casa pois lá havia ficado a outra filha a Maria .
No caminho dona Cida me disse com a maior simplicidade e desapego: fica com a criança, não tenho como cuidar dela , se ficar comigo vai acabar morrendo . Nada respondi , fui apanhado de surpresa  só consegui pensar em Deus e questionei : Pai porque me deste esta missão, não me julgo merecedor de tal confiança por  ti depositada a mim, guia meus passos Pai eterno , não sei o que fazer. Parei o carro , dona Cida desceu e disse : fica sim , por caridade e seguiu rumo a sua casa.
Dei partida no carro , andei alguns minutos ,minha cabeça cheia de questionamentos e não tive como continuar , o pranto me havia tomado conta , desci e me ajoelhei em meio aquela mata e pedi:  socorro meu pai , me ajuda estou perdido tenho medo , porque isso foi acontecer comigo.
Então , e meio ao meu pranto uma voz feminina que vinha não se sabe de onde me chamou pelo nome , Rodrigo você e sua esposa Matilde receberam essa missão no dia de seu passeio quando conheceram essa família , essa criança vai viver sim e precisa muito de vocês , as portas vão se abrir para que você consiga a guarda  dela , não tema , vocês receberam uma grande benção  a Toninha esta conosco em tratamento e tenha certeza nós e ela estaremos olhando por vocês.
E assim como veio se foi , ainda chorando tomei coragem e voltei ao hospital , contei a Matilde o que havia acontecido e esta me disse que enquanto estava no sofá da sala de espera do hospital havia recebido a mesma mensagem , e por isso estava mais tranqüila quanto a recuperação da pequenina que nem nome tinha.
Durante os dez dias seguintes onde  a pequena permanecia em recuperação Rodrigo providenciou a documentação de guarda provisória da criança , até que a adoção fosse autorizada . Madalena nunca deixou de passar uma noite se quer em companhia  da criança a qual já teria escolhido e dado o nome de Vitoria .
Madalena e Rodrigo se tornaram pais orgulhosos e Vitoria cresceu estudou se formou e se tornou Dra. Vitória , pediatra que desenvolveu um magnífico trabalho junto as comunidades carentes , conheceu sua historia e amou os pais como verdadeira filha.

LAERCIO

28/4/14

sexta-feira, 4 de abril de 2014

0 RELOJOEIRO

Lá estava eu, na sacada do sobradão onde trabalhava como relojoeiro.
Sempre após o almoço sobrava tempo de observar a calçada. Era uma rua de comércio muito ativo, pessoas andando num frenesi intensopara todos os lados. Gostava de imaginar para onde vão, de onde vem, o que passa na cabeça de cada uma delas, porque tanta pressa ?
Algumas com caixas grandes que eu imaginava ser produtos de revenda, outros com sacolas que provavelmente eram produtos para consumo próprio, uns visivelmente abastados,outros simplórios. Ficava encantado com tal movimento.

Certo dia em minha observação, vi uma senhora que se locomovia com grande facilidade entre os transeuntes, esbanjava alegria e simpatia, transmitia uma paz tão grande em seu olhar que inibriava a quem cruzasse o seu camiho. Isso me deixou curioso e passei a procura-la todos os dias la de cima na sacada, e a cena se repetia. Quem era aquela senhora ? como conseguia ser tão amavel sem trocar uma palavra com quer que fosse ? precisava conhece-la , não aguentava mais de curiosidade. Então pedi ao meu patrão para que permitisse permitisse ausentarme no periodo da tarde com a desculpa de precisar resolver assuntos  particulares , queria eu poeder conversar com ela pois mesmo sem conhece-la já havia desenvolvido enorme simpatia e admiração .

Então naquela tarde aklmocei rapido e desci a procura de tal senhora . Me postei em seu caminho habitual e a aguardei, o tempo passava, estava ansioso não via a hora de tão desejado encontro. Mas cadê ? , onde esta ? , porque deora?. Normaklmente a esta hora ela já esta por aqui. Será que algo aconteceu e ela não pôde vir ?, justo hoje que eu decidi encontra-la.

As horas passavam e tal senhora não aparecia , e assim foi até o final da tarde . Era uma quinta feira e como de costume à noite eu frequentava o centro espirita onde a anos me dedicava ao trabalho de auxílio aos irmãos que procuravam algum balsamo para suas aflições . Logo após o início dos trabaklhos, já em total concentração, ouvi alguém me chamar : LAURINDO , uma voz suave, um perfume que me dava a impressão de estar em um campo florido de diversos tons aromáticos , estava totalmente embriagado e fascinado , nunca havia tido tal experiência.. Procurei então saber , de onde vinha tal vóz , quem estava me chamando ?, então consegui ! . Bem na minha frente surgiu um vulto que aos poucos foi se definindo e quando se tornou claro , a vi. Para minha surpresa era ela , a mulher que havia passado a tardetoa a procurar . fiquei extasiado, minha voz não saia , uma tremedeira tomou conta de meu corpo .Com voz de anjo me disse : Acalme-se LAURINDO não ha o que temer , não é de hoje que procuro contato com voce, e agora consegui permissão para isso . Hoje sou uma mulher feliz ,mas nem sempre foi assim , passei por muitos problemas enquanto encarnada , estive por longo periodo em tratamento no plano espiritual e hoje estou curada, graças a pessoas como voce que me atendeu e deu alento a minha dor com atenção,compreenção e mais que tudo, orando e pedindo intercessão do plano superior a meu favor. Suas orações foram tão sinceraas e fervorosas , seu coração se abriu em fé e amor ao próximo de tal maneira que klogo após meu desencarne fui encaminhada ao tratamento, encontrei irmãos que em minha vida havia prejudicado e obtive perdão de meus atos condenaveis . Portanto, quero além dete agradecer por ter me guiadoe ter doado tanto amor, dizer que estou incumbida de te acompanhar nessa luta incanssavel de dar amor aos irmãos que como eu fui em vida carente de afeto . Veja só o que sua oração, fé e desprendimento foi capaz de fazer.

Continue , você é um ser iluminado, doravante te acompanharei nos trabalhos , meu nome é MAFALDA .

Pra você que leu esta narrativa , saiba : Hoje desencarnado que sou, digo com toda segurança , quando se pratica o bem com sinceridade e amor ao próximo , sertamente serásrecompensado.

IRMÃO LAURINDO 5/5/2013.      por Laercio.

sexta-feira, 14 de março de 2014

UMA GRANDE LIÇÃO

Minha infância foi normal. Acho. Ia a escola, jogava futbol e outras brincadeiras de criança. Assim cresci.
Pai ausente , pois só pensava em seu trabalho, chegava em casa cansado e pouca atenção me dava, mas era um bom homem . Talvez por ter delegado a tarefa de educar à minha mãe, não se importava por meus assuntos. Já minha mãe cuidava da casa e para ajudar financeiramente costurava pra fora, e com esses afazeres permitia que eu ficasse o tempo todo na rua, brincando com os amigos. O tempo foi passando e eles nem perceberam que eu estava crescendo e chegando a adolescência e com ela a minha curiosidade por coisas que não eram boas. Um amigo me ensinou a fumar, e com 13 anos já me juntava a um grupo de rapazes fazendo vaquinha para comprar cigarros. Fui crescendo e outras coisas surgiram, experimentei a maconha da qual não me livrei mais, parei de estudar e ficava o dia todo na rua. Minha mãe pedia pra que eu ficasse mais tempo em casa, porem sua autoridade já não mais tinha efeito, eu a respeitava , mas não conseguia ficar sem tal adrenalina. Aquela sensação de poder e de alegria trazida pela maconha me fazia bem, me dava coragem, tornava-me um homem, vez ou outra fazia um bico e conseguia dinheiro para meu vicio.
Certo dia, um rapaz que havia vindo não se sabe de onde, ofereceu àquele nosso grupinho uma balinha de cocaína e nos ensinou a cheirar. Nossa foi um êxtase total, nunca havia sentido tal sensação, flutuei, vi coisas, o ar fluía pelos meus pulmões como uma ventania deverão,que maravilha. No dia seguinte ele voltou e novamente pudemos experimentar aquele elixir que nos carregava para outros mundos onde tudo podia, e tudo nos era possível. Mas no terceiro dia, La estávamos esperando o tal rapaz, precisávamos sentir tudo aquilo novamente, sabíamos que não era legal, mas achávamos que conseguiríamos parar e isso não nos faria falta. Bom o rapaz chegou e tinha varias balinhas, mas disse que não poderia nos dar sem que pagássemos. Ninguém tinha dinheiro, então disse que sabia onde minha mãe guardava o dinheiro das costuras, e encorajado pelos amigos fui em casa e peguei, não tudo, somente o suficiente para aquela vez, pois não me tornaria um ladrão, e ainda mais de minha própria mãe. No outro dia um amigo arrumou o dinheiro, não sei como , mas também não me interessou, e novamente fizemos uso da cocaína, e durante um bom tempo um ou outro arrumava dinheiro para a droga. Certo dia , ninguém havia conseguido dinheiro, estávamos desesperados, o rapaz nos ofereceu fiado e disse não ter problema, poderíamos pagar outro dia, e assim vínhamos fazendo, já não podíamos ficar sem a coca, quando o efeito passava me sentia fraco, ficava irritado com qualquer coisa,brigava muito com meus pais, os ofendia cheguei até a agredi-los , eu já estava com 17 anos , não trabalhava e só queria saber de me divertir.
Conheci uma moça e começamos a namorar, ela não sabia que eu usava drogas, eu procurava esconder esse vicio. Ela engravidou e eu não quis assumir e nós nos separamos .
Os momentos de depressão foram piorando a cada dia, eu precisava mais coca, o traficante estava no meu pé , pois queria receber, eu que não admitia roubar meus pais , não resisti e comecei a roubar, sim haviam momentos de lucidez e eu sabia o que estava fazendo mas não conseguia controlar, uma fúria tomava conta de mim e pronto La estava eu fazendo o que havia jurado nunca fazer . Coitados, meus pais sofreram muito pois sabiam o que estava acontecendo, tentavam conversar mas de nada adiantava.
Meu filho já estava com quase um ano e eu ainda não o conhecia. A droga que me dava tanto prazer estava tirando as coisas mais importantes de minha vida, esse caminho é só de ida.
Logo passei a fazer uso de drogas injetáveis e também surgiu o craque por ser mais barato.
Via o sofrimento de meus pais então resolvi não voltar mais para casa, passei a morar nas ruas, conheci a cracolandia e também o crime, roubei, matei, estuprei e fui preso.
Jogado em um presídio, como não tinha documentos e já não sabia mais nada sobre mim mesmo, estava fadado ao exílio total. Meus pais me perderam, não conseguiam me encontrar,  até que desistiram de mim. Eu já estava com 23 anos esquecido em um presídio do interior vivendo como um animal totalmente associável.  A abstinência das drogas me tornava insuportável, me sentia mal, tinha muita febre, meu corpo doía, já não tomava sol, só queria ficar na cela mal me alimentava, um dos presos pediu ao carcereiro que me encaminhasse ao departamento medico, foi quando descobri que tinha AIDS . A noticia não me abalou pois não esperava mais nada da vida a não ser a morte, talvez fosse essa a melhor solução para uma vida inútil e tão desprezível, nunca pensei em Deus acho até que não acreditava em sua existência, não me cuidei, só deixei acontecer .
E ca estou relatando uma existência vazia, minha passagem pela terra não acrescentou nada a ninguém, é como se não tivesse acontecido.Hoje me encontro em tratamento e penso:  Como podia ter sido diferente minha passagem pela vida, a felicidade esta sempre onde nós esquecemos de procurar, está nas coisas que nunca damos valor e nas coisa que nos passam despercebido, como o amor dos pais,as realizações profissionais, como a verdadeira amizade, como o amor a Deus, como acreditar no ser humano e na caridade.
E se há alguma forma de tornar minha passagem útil, é relatar a vida miserável que tive por conta das drogas e a busca ilusória deque o caminho mais fácil seria o melhor .
Se Deus me conceder nova oportunidade, espero fazer as escolhas certas em busca da verdadeira felicidade.


AGRADEÇO AO IRMÃO   MARCOS SILVA MEDEIROS   PELA MENSAGEM ENVIADA EM 24.01.2014